História do Vidro

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História do Vidro

Considera-se vidro toda a substância mineral que à temperatura ordinária é sólida, mais ou menos transparente e, às vezes, translúcida. É o resultado da mistura de diferentes silicatos obtidos pela fusão e na qual predominam os silicatos alcalinos e o de cálcio. Na sua composição, entram, além da potassa ou soda, terras alcalinas, cal, barita, magnésio, etc., ou os óxidos metálicos, como os de chumbo, bismuto, zinco manganês, etc.

A sílica é o elemento principal na composição do vidro. Simplificando, diremos que o vidro é um composto químico, cujas bases assentam na fusão duma mistura de sílica, soda e calcário. Durante a fusão liberta-se anidrido carbônico e forma-se um composto de silicatos de sódio e cálcio.

Não existem dados precisos sobre a origem do vidro. No entanto, sabe-se que já existia cerca de 3.000 anos antes da era de Cristo. A sua descoberta é atribuída a um acaso, ao desembarcar na costa da Síria, montaram acampamento e fizeram uma fogueira sobre a areia, ossos e salitre. Pouco tempo depois, um liquido brilhante escorria do fogo e se solidificava rapidamente.

No início da década de 1950, começaram a surgir as primeiras grandes empresas vidreiras no País, como a Sebastião Pais de Almeida, que controlou cerca de 60% da distribuição nacional. Os anos 1950 marcaram a grande demanda de vidro na indústria moveleira e na construção civil.

Em 1951, entrou em funcionamento a pequena Santa Lúcia Cristais. Dez anos depois, a fábrica inaugurou a filial Vidros Blindex. Em 1962, a Santa Lúcia começou a operar no interior de São Paulo, em Caçapava, com a Companhia Produtora de Vidro (Providro).

No início da década de 1960, eram três os principais fabricantes de vidros: a Providro, a Santa Marina e a UBV (União Brasileira de Vidros), empresa paulista criada em 1957. Essas empresas dominaram o setor até meados de 1980.

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